{"version":"1.0","provider_name":"CFBB AMAZ\u00d4NIA - Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amaz\u00f4nica","provider_url":"https:\/\/cfbbamazonia.org\/fr","author_name":"firmin.sauban@gmail.com","author_url":"https:\/\/cfbbamazonia.org\/fr\/author\/firmin-saubangmail-com\/","title":"De Poitiers a Bel\u00e9m: uma estudante francesa na UFPA - CFBB AMAZ\u00d4NIA - Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amaz\u00f4nica","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"8PrWDeshbd\"><a href=\"https:\/\/cfbbamazonia.org\/fr\/bille\/\">De Poitiers \u00e0 Bel\u00e9m : une \u00e9tudiante fran\u00e7aise \u00e0 l'UFPA<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/cfbbamazonia.org\/fr\/bille\/embed\/#?secret=8PrWDeshbd\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"\u00ab\u00a0De Poitiers a Bel\u00e9m: uma estudante francesa na UFPA\u00a0\u00bb &#8212; CFBB AMAZ\u00d4NIA - Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amaz\u00f4nica\" data-secret=\"8PrWDeshbd\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/cfbbamazonia.org\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>","description":"De Poitiers a Bel\u00e9m: uma estudante francesa na UFPA Justine Boissinot Estudante de mestrado em Negocia\u00e7\u00e3o Tril\u00edngue em Com\u00e9rcio Internacional na Universidade de Poitiers e estagi\u00e1ria na ag\u00eancia de inova\u00e7\u00e3o e incuba\u00e7\u00e3o de startups da UFPA (SInD UFPA). Email: justine2002.boissinot@gmail.com Chegar a Bel\u00e9m, no cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia brasileira, \u00e9 como mudar de mundo.O clima, os sons, os sabores&#8230; tudo \u00e9 novo, intenso, vibrante. Mas al\u00e9m da descoberta cultural, \u00e9 uma verdadeira aventura intelectual e humana que estou vivendo na Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA). Sou uma estudante francesa de mestrado em negocia\u00e7\u00e3o tril\u00edngue em com\u00e9rcio internacional, e tenho a sorte de realizar meu est\u00e1gio na Universitec, a incubadora tecnol\u00f3gica da UFPA. Quero compartilhar minha experi\u00eancia tanto pessoal quanto profissional nesta universidade profundamente enraizada no territ\u00f3rio amaz\u00f4nico, onde se cruzam ci\u00eancia, biodiversidade e inova\u00e7\u00e3o. A UFPA n\u00e3o est\u00e1 apenas situada na Amaz\u00f4nia \u2014 ela \u00e9 amaz\u00f4nica em sua ess\u00eancia. As pesquisas desenvolvidas, os projetos estudantis e as parcerias locais giram em torno da valoriza\u00e7\u00e3o e da preserva\u00e7\u00e3o desse territ\u00f3rio \u00fanico. Isso me leva a repensar minhas refer\u00eancias: aqui, a biodiversidade n\u00e3o \u00e9 um conceito abstrato, mas uma realidade concreta, onipresente, que molda projetos, reflex\u00f5es e prioridades. Nesse contexto, a Universitec desempenha um papel essencial. Trata-se de uma incubadora de empresas inovadoras cuja miss\u00e3o \u00e9 apoiar projetos baseados nos recursos naturais da Amaz\u00f4nia, especialmente no campo da bioeconomia. As empresas que acompanho diariamente s\u00e3o, em sua maioria, jovens iniciativas oriundas de pesquisas universit\u00e1rias ou de projetos locais, que buscam valorizar produtos naturais como \u00f3leos essenciais, extratos vegetais ou cosm\u00e9ticos org\u00e2nicos. Meu papel \u00e9 ajud\u00e1-las a estruturar tanto sua estrat\u00e9gia de marketing quanto sua estrat\u00e9gia de desenvolvimento para exporta\u00e7\u00e3o. Trabalho com aspectos como comunica\u00e7\u00e3o intercultural, escolha de mercados-alvo, adapta\u00e7\u00e3o dos produtos \u00e0s normas internacionais e busca por parceiros. \u00c9 uma miss\u00e3o apaixonante, pois me permite aplicar meus conhecimentos em com\u00e9rcio internacional e, ao mesmo tempo, aprender uma outra forma de inovar: mais respeitosa com o meio ambiente, mais inclusiva, mais enraizada no territ\u00f3rio. O que descubro aqui \u00e9 uma bioeconomia que n\u00e3o se limita \u00e0 explora\u00e7\u00e3o racional dos recursos: ela integra os saberes tradicionais, valoriza as comunidades locais e busca um equil\u00edbrio entre desenvolvimento econ\u00f4mico e respeito \u00e0 floresta. \u00c9 uma vis\u00e3o exigente, mas profundamente inspiradora. Ser uma jovem francesa na UFPA \u00e9, \u00e0s vezes, ser confrontada com diferen\u00e7as culturais, com uma outra forma de organizar o trabalho, com refer\u00eancias novas. Mas \u00e9, sobretudo, uma oportunidade extraordin\u00e1ria de troca, de partilha, de constru\u00e7\u00e3o conjunta. As equipes da universidade e da incubadora me acolheram com muita generosidade, e, a cada dia, sinto que contribuo com algo \u00fatil, mesmo que modestamente. Este est\u00e1gio \u00e9 uma experi\u00eancia marcante em todos os sentidos: profissionalmente, porque me d\u00e1 compet\u00eancias concretas e uma melhor compreens\u00e3o das din\u00e2micas internacionais; e pessoalmente, porque me confronta com uma nova realidade, que me obriga a pensar de forma diferente. Sairei da UFPA com uma certeza: a Amaz\u00f4nia n\u00e3o \u00e9 apenas um espa\u00e7o a ser protegido, \u00e9 tamb\u00e9m um espa\u00e7o de futuro, de intelig\u00eancia coletiva, de inova\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel. E tenho orgulho de, durante alguns meses, ter encontrado meu lugar aqui."}